As políticas e iniciativas das organizações internacionais das últimas décadas e da União Europeia, em particular, têm incidido, de forma crescente, na gestão integrada das zonas costeiras, salientando-se a Agenda 21, que integra um capítulo dedicado à temática dos oceanos e mares, e a Directiva – Quadro da Água, que introduz conceitos relativos ao bom estado ecológico das águas de transição e costeiras, entre outros.
Mais recentemente, e no sentido de dar cumprimento aos compromissos assumidos para Portugal enquanto membro da União Europeia, estão em curso diversas acções, de que se destaca a Estratégia para a Gestão Integrada da Zona Costeira Nacional, o projecto “Sistema de Informação para Apoio à Reposição da Legalidade” e os Planos de Ordenamento da Orla Costeira, nas quais a ARH do Algarve assume um papel importante, enquanto entidade com atribuições no domínio das massas de águas costeiras e de transição e dos recursos hídricos conexos, assim como nas respectivas zonas terrestres de protecção designadas em instrumentos de gestão territorial.
No Algarve, a linha de costa tem evoluído ao longo dos séculos devido à actuação de fenómenos de origem natural, associados a aspectos climáticos e geológicos, e de factores humanos relacionados com as intervenções na zona costeira e nas bacias hidrográficas.
Para fazer face a estes fenómenos têm sido definidas estratégias, implementados planos e realizadas obras no sentido de se obter o ambicionado equilíbrio entre a intervenção humana e a salvaguarda dos valores naturais em que assenta o conceito de desenvolvimento sustentável.
Bandeira Azul
Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC)
Faixas de Risco das Arribas
Percurso dos Sete Vales Suspensos
Alimentação artificial do troço costeiro Forte Novo - Garrão
Demarcação do Leito e da Margem das Águas do Mar no Litoral Sul do Algave
Derrocada na Praia de Sta. Eulália em 2 de Out. 2009
Gestão do Litoral - Balanço de Setembro de 2009
Acidente da Praia Maria Luísa - Relatórios e Pareceres:
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